Coragem!

Texto Base: "Seja forte e corajoso, porque você conduzirá esse povo para herdar a terra que prometi sob juramento aos seus antepassados. Somente seja forte e muito corajoso! Tenha o cuidado de obedecer a toda a lei que o meu servo Moisés lhe ordenou; não se desvie dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que você seja bem sucedido por onde quer que andar.
Josué 1:6,7

Conforme o dicionário, coragem significa : bravura; senso de moral intenso diante dos riscos ou do perigo. Confiança; força espiritual para ultrapassar uma circunstância difícil. Determinação; cuidado e perseverança no desenvolvimento de algo. Expressão usada para dar força, ânimo: coragem, vamos adiante!



Ter coragem não significa não ter medo. Significa agir apesar do medo. O medo é importante para nos impedir de cometer loucuras. Mas a coragem é indispensável para descobrirmos o novo. Josué, apesar de ter estado com Moisés por tantos anos e visto tudo o que Deus operou, teve medo. Medo de assumir a responsabilidade por todo o povo em uma tarefa nova – a liderança. Em qualquer outra situação poderíamos falar que o medo de Josué seria justificável – o impediria de assumir tal responsabilidade, inclusive porque eles ainda lutariam muitas batalhas e provavelmente alguém morreria. Ter tantas vidas nas mãos assustaria qualquer um! Ele poderia ter recusado a liderança pelo temor que sentiu com toda a responsabilidade que o cargo exigiria.

Josué, porém, recebeu uma ordem direta do Senhor – conduza o povo! Mas, junto com a ordem veio o ânimo: seja corajoso!

Muitas vezes temos medo de fazer algo, mesmo dentro da igreja. Temos medo de assumir um cargo, temos medo de evangelizar, de falar de Jesus, de ir à campo, de dançar fora do templo... O medo cerca nossas vidas cristãs. Como dito antes, ele é importante sim, pois o medo nos molda quanto à possíveis loucuras. O medo nos ensina alguns limites essenciais para permanecermos vivos. Não vamos, por exemplo, pular de cabeça em uma piscina em que nunca estivemos antes. Não vamos sair correndo à 100, 120 km/h.  Uma mulher não vai evangelizar sozinha de madrugada. Não é prudente. Somente não podemos confundir esse medo, prudente, com o outro medo, covardia.

Deus a todo momento nos encoraja, como fez com Josué. Ele nos conforta sempre. Um ótimo exemplo é Jesus. Ele teve medo. A Bíblia nos mostra isso, no Getsêmani, quando Jesus pediu a Deus que passasse dEle o cálice (que não fosse Ele o sacrifício); mas logo obedeceu pedindo “seja conforme a Tua vontade”, e o Espírito Santo o confortou, o encorajou a cumprir Sua missão.

A Bíblia nos mostra diversos exemplos de coragem, além de Josué e de Jesus. Temos Daniel, que sob pena de morte (ser jogado na cova dos leões) permaneceu fiel em seu propósito; José, que foi vendido, traído, mas permaneceu fiel; Abraão, que foi chamado a ir para um lugar totalmente desconhecido, mas permaneceu fiel. Isaías, Jeremias, Jacó, Raabe, Davi, Abigail, Esdras... A coragem está intimamente ligada à fidelidade. Nosso ânimo vem do Senhor, a cada vez que ele nos anima, nos encoraja, nós nos aproximamos mais dEle.

Além dos exemplos de coragem, temos também na Palavra vários exemplos de covardia: Adão, Caim, Pedro, Judas, Rebeca, Davi, Moisés, Jonas, Acabe, as filhas de Ló... A covardia geralmente afasta o homem de Deus.

Coragem e covardia são traços de personalidade, mas também são atitudes isoladas. Davi era corajoso, de caráter, mas teve atitudes covardes em relação a Bete-Seba e Urias, e no caso de Tamar. Pedro era corajoso de cárater mas foi covarde ao negar conhecer Jesus.

A questão principal é que precisamos ser corajosos em nosso caráter. Talvez alguma circunstância na vida nos leve a tomar uma atitude covarde. Se for o caso, é preciso reconhecimento e arrependimento, para seguirmos em frente com Jesus.

Precisamos ser cristãos corajosos! O mundo em que vivemos hoje nos desafia a nos acovardarmos diante de ‘causas sociais’, comportamentos e experiências que Deus definitivamente não aprova.


Para sermos corajosos, precisamos ser convictos, certos de quem servimos, e de porquê o servimos. Precisamos defender nossa causa – não entrar em uma luta ou em uma discussão (nosso inimigo não é o homem, não lutamos contra a carne) – mas testemunharmos do Deus a quem servimos e sermos exemplo para os outros. Precisamos ter coragem e trabalhar em prol de um mundo melhor, agindo em favor dos outros e não de nós mesmo, seguindo o exemplo de Jesus.

Ideologia de Gênero e a Criação de Deus

Introdução

Ideologia de Gênero tornou-se um tema recorrente. Ouvimos sobre isso com frequência. Os debates sobre violência contra a mulher, preconceito racial e social abriram espaço para que militantes a favor da homossexualidade, transexualidade e transgêneros tivessem suas vozes ouvidas. Criou-se um grupo das ‘minorias’: se você luta por uma das causas, luta por todas.

Logo, a sociedade foi apresentada ao conceito da ideologia de gênero – não existe sexo ao nascimento. Não se pode determinar se a criança é um menino ou menina. A sexualidade é uma construção social, e a pessoa escolhe o que quer ser. Esse conceito, apesar de parecer novo, tem sua origem em Karl Marx e Friedrich Engels, que entenderam que a origem de todos os sistemas de opressão está na família, com a submissão da mulher ao homem, e que a família é resultado de uma opressão social.

Em Tempos de Guerra, Nunca Pare!


Texto Base: “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos,” Efésios 6:10-18 
            
Recordo-me de uma frase que um diácono da igreja onde me converti e congreguei por alguns anos me disse, logo após apresentarmos uma versão de A Paixão de Cristo, que escrevi, para ser feita na rua, no domingo de páscoa. Ele me parou no portão e disse: “que bom que você tem disposição para esse trabalho! Lembre-se: Tudo que te vier à mão para fazer, faze-o com todas as forças! (Ec 9.10a) E não desanime quando se levantarem contra você!”. Também lembro da forma como reagi. Eu era nova convertida, estava super animada, engajada em quase todos os ministérios; já era até líder. Eu fiquei surpresa e pensei que o desânimo jamais poderia me alcançar. Oito anos se passaram e agora sei que ele quis dizer. Desânimo, “irmãos” se levantando contra mim. “Mas por quê, Senhor?” eu pensava. Até entender que sempre que fazemos a vontade de Deus nos tornamos alvos do inimigo foram muitas lágrimas. 

Deus Nos Ama!


Porque Deus amou tanto o mundo que deu seu único Filho, para que todos os que nele acreditam não morram mas vivam para sempre.
João 3.16

            Deus nos ama, e muito. E existem muitas provas desse grandioso amor. Podemos começar com a criação. Todas as coisas, toda a natureza, todos os seres vivos foram criados a partir da voz de Deus. “Ele disse” – e todas as coisas passaram a existir. O homem poderia ser criado da mesma forma. “E haja o homem! ” Mas Deus preferiu usar suas mãos, moldar nosso corpo, cada órgão, cada veia. Imagino Deus desenhando nossos neurônios, fazendo as ligações, separando o sangue venoso do arterial, escolhendo a função de cada sistema, fazendo os tecidos, os ossos, a pele. Muito cuidado e muito carinho para criar o ser que seria escolhido como coroa da criação. Muito amor. Podemos seguir com todas as vezes em que pecamos, mas fomos perdoados. E então, a maior prova de todas: Jesus Cristo.
           Estamos tão acostumados com a história que às vezes esquecemos dela! O próprio Deus deixou seu reino e veio a esta terra para nos mostrar como é possível viver de forma que o agrade. O próprio Deus deixou suas ruas de ouro, e a adoração que recebe dos vinte e quatro anciãos e dos quatro seres viventes, e de todos os anjos, para ser humilhado pelos homens – que Ele mesmo criou e permitiu que vivessem. É muito amor! E ainda, o próprio Deus entregou a si mesmo para morrer por nós, para que nós pudéssemos nos reconciliar com Ele.
            Mas por que Jesus Cristo foi entregue por nós?

The Empty Tomb


It’s Sunday, early in the morning. It’s still dark. The first rays of sunshine appear in the sky, gradually illuminating the seas, lands, forests, caverns. One cavern, specially, where a tomb had been sculpted in. This cavern – now, a tomb – should host a body of a dead man. However, it has no body inside. Only the linen strips that held the body. The day gets brighter. The rays of sunshine inside the tomb not only illuminate it but give serenity and faith. But, how come a tomb give faith to anyone?
Many people on earth have heard about this story: a man, who was pure and good at heart, who committed no crime or no sin. Yet, this man was judged and convicted to die on a cross. This same story has been told over the years (many years, by the way – approximately a thousand, nine hundred and eighty-three years) without suffering any change. This is the story of Jesus, called Christ for the ones who believe him.
     Jesus is the main person in the Bible. And, even though the influence this book has on several countries and their cultures and politics, its veracity is often theme of discussions, studies and debates. People doubt the authenticity of the Bible for diverse reasons. But there’s one that stirs their minds: the resurrection.
     John, the disciple, says in his book, on chapter 20, verses one to ten: